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ECG lança rede de agentes inteligentes — pioneirismo cooperativo em inteligência artificial

Manuel Moura 11 '11WEST' MaiMaiMaiMai '11WEST' 2026 45 visualizações
ECG lança rede de agentes inteligentes — pioneirismo cooperativo em inteligência artificial

A primeira cooperativa multissetorial portuguesa a oferecer assistência IA dedicada aos seus cooperadores empresariais, com infraestrutura própria e soberania total de dados.

A ECG - Cooperativa Cultural CRL acaba de dar um passo que poucas organizações em Europa ousaram: colocou múltiplos agentes de inteligência artificial ao serviço directo dos seus cooperadores empresariais, cada um dedicado a um domínio de actividade da cooperativa.

Uma rede inteligente, autónoma e supervisionada, que funciona 24/7 através de canais de comunicação seguros e privados.

Um agente por domínio

Cada agente foi configurado com identidade e missão próprias, cobrindo áreas tão diversas como a habitação e reabilitação urbana, o emprego e inserção profissional, a cultura e criatividade, a cooperação humanitária, a economia azul ou a gestão institucional.

Os agentes apoiam a produção e gestão de conteúdos, a monitorização de presença digital e funcionam como pontos de contacto inteligentes para os cooperadores — sempre sob aprovação humana prévia.

Infraestrutura própria, dados soberanos

Toda a plataforma corre em servidores próprios da cooperativa, sem dados partilhados com terceiros. A infraestrutura base assenta sobre tecnologias open-source — Nextcloud, containers Docker, automação inteligente — garantindo transparência, auditabilidade e independência estratégica.

Uma visão com futuro

O actual modelo de IA é suportado por tecnologia comercial de ponta. A ECG trabalha para que, num futuro próximo, a operação passe para modelos open-source executados em hardware próprio — um mini-datacenter que a cooperativa planeia instalar no seu terreno de Pousada, reforçando ainda mais a soberania tecnológica.

"Estamos a demonstrar que a inteligência artificial não é exclusiva das grandes tecnológicas. Uma cooperativa pode — e deve — adoptar estas ferramentas ao serviço dos seus cooperadores, com ética, transparência e controlo total sobre os dados."

— Manuel Moura, responsável pela área tecnológica da ECG